segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Indicação de leitura: A Consultoria Uma Opção de Vida e Carreira

A maioria das pessoas em funções executivas nas organizações já é na verdade de consultores, mesmo que oficialmente não seja chamada assim. Grande parte dos funcionários de qualquer organização é responsável pelo diagnóstico das oportunidades e problemas de seu mercado, pelo planejando, pelas recomendações, executando, facilitando ou mesmo aconselhando seus gestores nas decisões estratégicas ...Qual a diferença entre o consultor "de carteira assinada" e o consultor autônomo? Qual a diferença entre trabalho e emprego? Como a conjuntura econômica, política e social da atualidade está alterando as características da empregabilidade? Este e diversos outros pontos importantíssimos são abordados de forma direta e prática, com excepcional excelência pelo autor! Recomendo a leitura a todos os que não somente tenham interesse em abrir sua própria consultoria ou aprimorar a sua atuação como consultor, mas também aos que desejam compreender melhor como fortalecer a própria empregabilidade. 



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sonhe e conquiste

Bom dia a todos,

Os sonhos podem se tornar realidade sim!
Você se atrave a sonhar?


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Considerando uma carreira em consultoria? Procure evitar estes cinco erros típicos.


Considerando uma carreira em consultoria? Procure evitar estes cinco erros típicos.

Muitos profissionais hoje em dia estão interessados ​​em seguir a carreira de consultor por razões óbvias:


  • Bom dinheiro
  • Oportunidades de viajar
  • Exposição a muitas indústrias e modelos de negócios diferentes
  • Chance de trabalhar com diferentes tipos de líderes
  • Colegas de trabalho inteligentes
  • Flexibilidade e liberdade
Como alguém que passou quase uma década como consultora independente, Pamela Slim, atesta que todos estes são motivos válidos para se considerar este plano de carreira. Mas antes de mergulhar fundo nesta profissão, é importante entender bem no que você está se metendo, e como evitar erros típicos...


Sobre este assunto, há um número de diferentes tipos de empresas de consultoria com algumas vantagens e inconvenientes:

1-) Grandes empresas de consultoria como a Accenture, Bain & Company, PriceWaterhouseCoopers, Boston Consulting Group e outras entre as cinco maiores do mundo, que geralmente trabalham para as maiores empresas da Fortune 500 em complexos projetos globais:
  • Vantagens: Possuem metodologias de consultoria muito bem desenvolvidas e definidas, com trabalhos amplos, programas de treinamento claros e planos de carreira com tendência para profissionais jovens, arrojados e inteligentes; 
  • Desvantagens: Por serem grandes empresas, podem ter muita burocracia, muita política interna e estilos de gestão que enfraquecem o processo estratégico...Além disso, os jovens consultores tem uma insana carga horária de trabalho nada ideal ou compatível com um estilo de vida saudável.
2-) Empresas de Consultoria tipo "Boutique", com um punhado de especialistas especializados em setores ou problemas específicos de negócios. Essas empresas são muito menores do que as cinco maioress do mundo, mas muitas vezes têm um trabalho interessante.
  • Vantagens: acesso mais direto aos consultores seniores, que oferecem grandes oportunidades de tutoria, mais contato com os clientes e menos burocracia. 
  • Desvantagens: Menos  infra-estrutura, menos oportunidades para uma ampla exposição do consultor a uma gama maior de empresas diferentes. 
3-) Divisão de Consultoria de grandes empresas como: IBM, Oracle, etc. Estas divisões de consultoria em grandes empresas tendem a complementar as atividades referentes aos serviços e ou produtos da sua empresa-matriz, mas elas também oferecem legitima consultoria em seus projetos e geralmente de uma maneira mais abrangente e detalhada.
  • Vantagens: oferecem serviços de consultoria similares aos das maiores empresas do ramo (as Big 5), e também têm metodologias bem desenvolvidas, com programas de treinamento e planos de carreira para seus funcionários-consultores. 
  • Desvantagens: Também têm muita burocracia, políticas internas e estilos de gestão que enfraquecem o processo estratégico. Além disso, os funcionários-consultores podem não se sentir a vontade ao terem que forçar a aquisição dos produtos das empresas que eles trabalham para seus clientes, uma vez que tais produtos podem não ser os ideais para o projeto...
4-) Consultores autônomos: nesta opção o consultor é o responsável por todo o processo de consultoria, inclusive por ir atrás de clientes. Ele pode se especializar em atividades específicas, como estratégia de web ou aconselhamento em  marketing, venda, em recursos humanos, etc.
  • Vantagens: controle criativo total, de todos os aspectos da criação, com grandes oportunidades de aprendizagem, sendo que todos os lucros ficam para si mesmo. 
  • Desvantagens: Ter que criar tudo sozinho pode ser algo esmagador... Se você não tem muita experiência, mesmo que seja muito talentoso, pode ter problemas em convencer as pessoas a contratá-lo. Você tem que constantemente comercializar e implementar seus serviços ao mesmo tempo, o que pode ser desgastante.
E quais são as competências-chave necessárias para ser um bom consultor?

Algumas pessoas assumem que você tem que ter muitos anos de experiência de trabalho para se qualificar como um consultor. Dependendo do seu foco e da indústria em que atuar, isso pode até ser verdade.  A experiência e competência necessária para ser um consultor pode ser desenvolvida de várias formas. Você pode por exemplo iniciar a sua carreira em uma das Big 5 e assim aprender o máximo que puder sobre as metodologia de consultoria delas, em seguida, após alguns anos você poderá aventurar-se em seu próprio negócio. Independentemente de qual configuração que você escolher, deverá ter as seguintes habilidades:

  1. A capacidade de ver o todo, o "quadro geral" de uma organização e entneder como todas as peças se encaixam. Isso é muitas vezes descrito como "pensamento sistêmico".
  2. Excelentes habilidades interpessoais e capacidade de se relacionar com pessoas de todos os níveis de uma organização. Sua capacidade de fazer um trabalho significativo em uma organização é baseada no nível de confiança e credibilidade que você tem internamente. Se você estiver trabalhando em um projeto de grande porte, muitas vezes tem que interagir com pessoas extremamente técnicas e detalhistas que têm um alto nível de ceticismo, bem como deverá apresentar os resultados de uma forma profissional e atraente para os executivos impacientes e com tempo escasso. 
  3. Confiança para lutar por aquilo em que acredita e saber admitir quando estiver errado. Se as pessoas estão pagando  por hora para o seu aconselhamento, você precisa ter confiança em suas idéias. Mas  também tem que estar disposto a fazer ajustes, se perceber que fez algo de forma incorreta. 
  4. Capacidade de sintetizar uma grande quantidade de dados em uma apresentação eficaz num curto período de tempo. Quando você entra em uma nova organização, uma grande quantidade de  informação vem para você de várias fontes. Você tem que aprender a ler tudo rapidamente, fazer perguntas inteligentes e pertinentes, rever os dados corretos e sintetizar todas estas informações. Quanto mais você fizer isso, mais fácil se tornará o processo de consultoria e a obtenção do resultado desejado.
  5. Conhecimento de gestão de mudança. Mesmo se você estiver trabalhando em projetos muito técnicos (talvez especialmente neste caso), você precisa entender como os seres humanos nas organizações reagem à mudança.
Agora que você tem uma compreensão melhor dos diferentes tipos de papéis de consultoria e de algumas das habilidades essenciais necessárias para ser um consultor eficaz, Pamela compartilha conosco alguns dos piores erros que ela testemunhou e que foram cometidos por seus "compadres" de consultoria ao longo dos seus anos de experiência profissional na área:

Os 5 erros mais estúpidos dos novos (ou às vezes muito dos muito experientes!) Consultores:

  1. Agir como um colonizador arrogante. Pamela presenciou consultores arrogantes atuarem em empresas-clientes como se fossem comerciantes de escravos. Eles vêem os funcionários existentes como ignorantes e retrógradose fazem pouco para esconder o seu desdém. Esta atitude fará você ser mais odiado do que "puxa-sacos" dos escritórios e vai garantir que os funcionários de seus clientes façam o que puderem para sabotar o seu projeto. Você pode não concordar com a forma como a organização está executado sua atividade core e as adjacentes e até ficar frustrado pelas atitudes de empregados muitas vezes ressentidos e complacentes. Mas não se esqueça que eles são seres humanos, muitos com crianças e famílias que dependem deles. Não há nada de mal em cortar  pessoal (uma recomendação muito freqüente de consultores) em situações críticas de necessidade de redução de custos, mas tal decisão nunca deve ser tomada sem antes analisar muito bem toda a situação. Trate todo mundo que você encontrar com dignidade e respeito e nunca, nem sequer por um momento, pense que você é superior a alguém em virtude do seu papel de "especialista". Você não é. 
  2. Vender suas orientações (aconselhamentos) por quilo. Há uma praga infecciosa propagada por grandes empresas de consultoria que obriga os novos consultores a criar enormes  apresentações e relatórios incompreensíveis. Seus patrocinadores executivos irão amá-los porque tais documentos justificam as tarifas enormes que eles cobram para trazer você e seus colegas para as suas empresas de consultoria. O problema é que estas apresentações de 400 slides Power Point são baralhos de morte para as pobres almas que têm que vê-los nas empresas-clientes. Muitos consultores vêem a criação dessas enormes apresentações como sendo o núcleo de sua capacidade de trabalho. Este não é o ponto! A principal responsabilidade de um consultor é oferecer conselhos claros e oportunos e ajudar uma organização a implementar o mais rápido e eficientemente método possível para os obter os melhores resultados de negócios para seus clientes. Pessoas inteligentes e referência na área como Garr Reynolds, Guy Kawasaki, Dan e Chip Heath, Seth Godin,  todos defendem a simplificação do negócio "comunicação". Entretanto, você deve  ouvir este conselho de Pamela com uma grande ressalva, diz ela mesma... seguí-lo fará de você com certeza um melhor consultor, mas você poderá também fazer com que seja demitido da grande empresa de consultoria para a qual trabalha! Grande parte do mundo dos negócios não está pronta ainda para esta mudança. Então, seguir ou não este conselho agora é sua decisão, mas em uma década ou menos será algo realizado por todos!
  3. Pensar que você sabe de tudo. Um bom consultor exibe dois comportamentos: foco constante na aprendizagem e uma atitude aberta, receptiva e de questionamento. Ao invés de sair dizendo: "Aqui está o que você deve fazer", de um passo atrás e faça um monte de perguntas inteligentes e pertinentes. "O que você faz?" "Por que você faz isso?" "Como isso beneficia você?" "O ​​que atrapalha o seu caminho?" "O ​​que você está tentando fazer?" Não importa quantos diferentes cenários forem expostos a você durante a fase de diagnóstico em que prestar seus serviços de consultoria , nenhum deles será exatamente o mesmo e você deverá ter em mente que estará sempre aprendendo e assim extrair o máximo que puder sobre cada empresa-cliente com a qual você estiver trabalhando,  antes de iniciar as suas recomendações! 
  4. Agir como um clone. Uma dos melhores amigas de Pamela que trabalhou na IBM e na Accenture, ria com ela dos "uniformes" que viam os jovens consultores usarem. Elas não sabiam se havia alguma ordem explicitamente escrita na política corporativa, mas todos na Accenture pareciam vestir as mesmas calças pretas (ou saias) e camisas azul-púrpura camisa. O que este estilo de roupa passava era "individualidade não", mas sim a ideia de "consultor membro do rebanho de ovelhas." Vista-se adequadamente, mas apresente alguma personalidade. Prefira também misturar-se aos grupos de diferentes perfis em sua organização e na de seus clientes. Isso agrega muito valor ao seu conhecimento e experiência. 
  5. Amarrar-se a somente um cliente ou supervisor. Geralmente, os consultores são trazidos para uma organização e patrocinados por um gerente-chave ou executivo. Mas você tem que ter cuidado para não ser visto como "O puxa-saco". A política das organização são voláteis e as vezes brutais. Se o seu "patrocinador" for demitido, transferido ou resolver sair da organização, "a sua cabeça vai ser cortada" muito rapidamente. A melhor estratégia é conhecer diversas pessoas e construir múltiplas e fortes relações com aqueles que detêm o poder de decisão. "Não coloque todos os seus ovos na mesma cesta!"
Espero que esta cartilha tenha sido útil para aqueles que estejam considerando a consultoria como uma opção de carreira. Eu gostaria de ouvir seus pensamentos, desafios e perguntas aqui na seção de comentários!

Obs.: Pamela Slim é uma consultora de gestão de recuperação que agora ajuda a funcionários de empresas que deixam seus empregos a começarem seus próprios negócios nos EUA. Ela escreve em www.escapefromcubiclenation.com 


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


Este é também o desejo sincero que tenho ao ser consultora:


"A consultoria em sua melhor forma é um ato de amor: o desejo de ser genuinamente útil aos outros. Usar o que sabemos, ou sentimos, ou sofremos no caminho para diminuir a carga dos outros.” Peter Block



"Consulting at its best is an act of love: The wish to be genuinely helpful to another ... To use what we know, or feel, or have endured in a way that lightens the weight on another". #  in Flawless Consulting: A Guide to Getting Your Expertise Used - Peter Block

A Consultoria como Opção de Vida e Carreira - Consulting as a Career and an alternative for Life

"O desafio para os homens de empresa não reside mais no estudo continuado do que é pré-moldado, mas na criação de um referencial hoje inexistente. De pouca valia serão tantos "emibieis" desenhados para um mundo que não mais existe, destinados à busca de uma eficiência ao contrário, incapaz que foi de medir as consequências de seus mecanismos. Novamente surge com força a demanda por conhecimento e experiência, e novamente o mercado de trabalho os têm de sobra." Luiz Concistré

"The challenge for the business men no more lies in the continued study of what is pre-shaped, but in creating a reference nonexistent today. There is no meanfull  value in "MBA's" designed for a world that no longer exists, for the pursuit of an efficiency model that does not exists rather it was unable to measure the consequences of its mechanisms. Again, a strong demand for knowledge and expertize is emerging, and again the labor market have a lot of them to share..." Luiz Concistré