quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O que um Consultor de Gestão Empresarial Faz

Consultores de gestão empresarial propõem formas de melhorar a eficiência de uma organização. Eles aconselham os gestores sobre como tornar as organizações mais rentáveis ​​através de redução de custos e aumento de receitas.

Consultores de gestão tipicamente fazem o seguinte:

  • Reúnem e organizam a informação sobre o problema a ser resolvido ou o procedimento a ser melhorado
  • Entrevistam os colaboradores da empresa e efetuam observações chave no local examinado, para determinar os métodos, equipamentos e pessoal que serão necessários
  • Analisam os dados financeiros e outros, incluindo as receitas, as despesas, e os relatórios sobre os funcionários, incluindo, por vezes, a construção e utilização de modelos matemáticos sofisticados
  • Desenvolvem soluções ou práticas alternativas
  • Recomendam novos sistemas, procedimentos ou mudanças organizacionais
  • Fazem recomendações para a gestão por meio de apresentações ou relatórios escritos
  • Conferem e ajustam as mudanças implantadas com os gestores da empresa cliente para garantir que as alterações estão funcionando.
Maiores informações:
http://www.bls.gov/ooh/Business-and-Financial/Management-analysts.htm#tab-2




terça-feira, 15 de outubro de 2013





A fase do diagnóstico na Consultoria Organizacional-Empresarial demanda extrema atenção, foco e dedicação com relação principalmente aos tópicos:

  • Situação atual da empresa cliente;
  • Problemas enfrentados pela empresa cliente;
  • Preparação das ações necessárias para fornecer suporte à empresa cliente;
  • Soluções possíveis para os problemas enfrentados pela empresa cliente;
  • Plano de ação para eficazmente auxiliar a empresa cliente.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Consultoria como Negócio

O mercado de consultoria cresceu de USD391.000 milhões dólares americanos para USD415,000 milhões dólares no passado ano, de acordo com a empresa de pesquisa Plunkett Research (http://www.plunkettresearch.com/consulting-market-research/industry-trends).

"Segundo dados do USA Bureau de estatísticas do trabalho (BLS), o crescimento do emprego no setor de Consultoria é esperado ser da ordem de 83%, o que representa um ganho de mais de 800.000 postos de trabalho até o ano de 2018.Isto representa a mais rápida taxa projetada de crescimento e o maior ganho esperado em novos postos de trabalho em comparação como a maioria dos outros setores. E mesmo durante a recente recessão da economia mundial, esta indústria da consultoria tem resiliência comprovada, recuperando quase todos os empregos que foram perdidos com a crise. "
Fonte: Bureau of Labor Statistics

Ambas revistas: INC e a Forbes  disseram que uma empresa de consultoria (mesmo que seja Home-Office) é um  dos 10 principais tipos de negócios mais rentáveis ​​que alguém pode executar ou iniciar este ano.

Forbes: http://www.forbes.com/2008/10/14/profitable-home-businesses-ent-fin-cx_mf_1014mostprofitablehomebiz.html
Inc. : http://www.inc.com/ss/best-industries-for-starting-a-business?slide=1#10)

De acordo com a Bíblia do Consultor, existem cerca de 400.000 pessoas nos  EUA que se autodenominam consultores. Existem aproximadamente 23 milhões de pequenas empresas nos Estados Unidos e 150 milhões no mundo inteiro . Sem mencionar as start- ups de um único dono, as empresas "home-based" e uma monte de autores e técnicos independentes - que de acordo com um recente artigo da Forbes adicionam mais outros 22 milhões de pequenos negócios.

Agora vamos fazer algumas contas .

Vamos supor que apenas metade das empresas de pequeno porte precisam de ajuda com o seu negócio de alguma forma e desejam receber esta ajuda. E isso é uma estimativa conservadora. O resultado seria provavelmente mais  ou menos em torno de umas 11,5 milhões de pequenas empresas.
Isso significa que há cerca de 11,5 milhões de pequenos negócios para serem distribuidos por cerca de 400 mil consultores, só nos EUA.

Isso significa que cada pequena empresa está lutando com pelo menos outras 28  empresas para ter a atenção de um consultor como você, que poderia ajudá-los a fazer coisas como: obter mais leads de vendas, fechar mais vendas, usar as mídias sociais , produzir vídeos , treinar seus funcionários, melhoras a sua logística e operações gerais, aprimorar o resultado financeiro, publicar livros , aperfeiçoar a carreira profissional com coaching, aprender sobre uma estratégia vencedora, etc. 

Vamos supor também que 80-90% dos 400.000 destes consultores não têm idéia de como comercializar
a si próprios ou de como fechar negócios . Isso significa que o número de empresas procurando pela ajuda que um consultor puder fornecer poderia ser mais ou menos como algo em torno de 100 a 200 empresas num raio de poucos quilômetros ao redor de sua cidade. (fonte: http://www.topguntoolkit.com/How)
Promissora a carreira de consultor, não é?

Conheça o curso: A Consultoria como Negócio (www.vialara.com.br)


Governança Corporativa

Governança corporativa refere-se ao sistema de relacionamento entre acionistas, executivos de uma empresa e auditores independentes, liderados pelo Conselho de Administração (LODI, 2000).
Um dos principais objetivos da governança corporativa é proteger o valor da empresa com políticas de controle e políticas de liberação da informação.  
A Governança Corporativa é regida por uma série de bons princípios, especialmente aqueles relativos à: transparência; equidade; prestação de contas; cumprimento das leis e, sobretudo e  ética na condução dos negócios empresariais.
"A governança é uma oportunidade de geração de valor não apenas do ponto de vista do capital, mas de bens intangíveis, como a imagem da empresa", diz Sandra Guerra, presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que promove, em São Paulo, hoje e amanhã, o 14º Congresso Internacional de Governança Corporativa para discutir a atuação dos presidentes de conselhos de administração frente às novas fronteiras de integridade nos negócios. 
"A governança corporativa no Brasil ainda reflete um mercado pouco desenvolvido", afirma Wesley Mendes, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV/Eaesp). "Há um empobrecimento da governança. Empresas estatais carecem de boas práticas, companhias de controle compartilhado estão muito sujeitas a decisões políticas e organizações familiares têm problemas na relação da família com a empresa", diz Alexandre Di Micelli, coordenador do MBA de governança corporativa da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi).
Um bom conselho de administração é uma das vigas mestras da governança corporativa de uma empresa.
“Nenhuma empresa é melhor do que o seu conselho de administração”, resume Leonardo Viegas,  conselheiro de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Embora a cultura de governança das empresas brasileiras tenha evoluído muito desde o tempo em que os conselhos eram praticamente uma mera formalidade, Viegas diz que ainda há muito a avançar. “É triste ver que muitas companhias ainda possuem conselhos mal formados e pouco representativos”. Viegas lembra que é comum ver executivos acumulando a presidência da empresa e do conselho, provocando conflitos de interesse. “Essa separação é uma exigência para quem está listado no Novo Mercado, mas não é obrigatória por lei”, diz. 
No entanto, a boa notícia é que o movimento de profissionalização é cada vez mais forte e não se limita a companhias de capital aberto. “Temos notado um esforço significativo de criação e formalização de conselhos em muitas empresas familiares e também de capital fechado”, afirma Renato Chaves, diretor da consultoria Corporate Governance. O fenômeno, diz Chaves, é muito bem-vindo. “É difícil medir, mas empresas com conselhos atuantes tendem a obter melhores  resultados no longo prazo, pois eles melhoram a qualidade da gestão”. Um dos motivos é o papel de  cobrança em relação à atuação dos executivos. O outro seria a interferência direta na definição de estratégias. “Quando você decide sozinho, o risco de errar é maior. Se conta com um grupo experiente e ativo, o risco é mitigado.” 
As empresas com forte governança corporativa possuem melhor  performance operacional do que empresas  que não possuem governança corporativa ou que não a valorizam.  Uma boa estrutura de governança corporativa não só fornece informações úteis para os investidores , como também auxilia a empresa a melhorar suas operações.  Os melhores indicadores de governança corporativa incluem a estrutura do corpo diretivo, a estrutura de acionistas e a transparência de informações.
 (fonte Jornal Valor Econômico - 14 de outubro de 2013).